Opcional

Era uma vez um Belo. Um Belo que tinha um furúnculo nas axilas. O furúnculo ganhou vida e, pior ainda, ganhou opinião própria. Ele descobriu que discordava e foi mal-criado a demonstrá-lo ao resto dos plebeus. O que ele não sabia é que o Tino estava ali, no meio da população, a protestar pelos nossos direitos com um saquinho do Pingo Doce. “Mata! Mata! Esfola! Esfola!” – eram as palavras do Tino. Foi nessa altura que a polícia entrou, a dizer que estava cheia de fome e de dores de cabeça e começou a roubar às pessoas, até que encontraram a Beatriz Coelho abraçada a um pacote de belgas, a fazer beicinho.

Por Carodinilila

O Arroto Mão-de-Vaca

Era uma vez uma banana. Uma banana muito amarela e alegre, que passeava pela floresta. A alegria da Doninha era contagiante. Tão contagiante que de 100 em 100 metros tinha de parar para dar uma cagadelazita. Soube-lhe tão bem! Uma cagadelarita sabe tão bem, de vez em quando, para pensar, reflectir e até ler um livrito, principalmente se estiver com prisão de ventre. A doninha sempre ouvira dizer que ler durante o acto de defecar ajudava a relaxar. E, de facto, andava tão stressada! Eram os problemas com o macaco e com a vaca… andavam todos chateados uns com os outros. Mas um dia, chegou o mestre Ras Michel Seen. O mestre disse-lhes que não se podiam chatear uns com os outros. E para que isso não voltasse a acontecer, o mestre ensinou os seus novos followers a entrar em contacto com Jah. Era a sua maior preocupação, contactar Jah, falar com ele, convidá-lo para um café. Foi ver as páginas amarelas e não o encontrou. Encontrava Jeová, Jaciró, Jacaré… mas o número dele era o 45! Jaciró passou a noite inteira a pensar em como iria arranjar uns sapatos de nº45. «Mas porque é que tens uma patonga dessas?» – pensava ele. E Jacaró pensou… pensou… pensou… Pensou tanto que acabou por morrer. Tudo porque…”a pensar morreu um burro…” Estava na altura de fugir! Estava era cansado das pernas… Mas tinha de ser! Levantou-se cheio de genica e saiu de casa. Foi pensar, pensar em todas as coisas que ia fazer «Vou escrever um livro» – pensou, decidido. Sentou-se num banco de jardim, encostou-se, pegou na mala e sacou a sua arma mortífera: a colher. Todos tremeram ao ver a colher, pois era com certeza a colher destruidora de pudins, que qualquer pudim conhecia das histórias que as mamãs lhes contavam ao deitar. Com um movimento rápido e eficaz, arrebatou todos os pudins, arrancou-lhes o caramelo da vida e devorou-os sem piedade.

Por Dinilila

I don’t believ…

I don’t believe in omens or fear 
Forebodings. I flee from neither slander 
Nor from poison. Death does not exist. 
Everyone’s immortal. Everything is too. 
No point in fearing death at seventeen, 
Or seventy. There’s only here and now, and light; 
Neither death, nor darkness, exists. 
We’re all already on the seashore; 
I’m one of those who’ll be hauling in the nets 
When a shoal of immortality swims by. Imagem

 

A Renúncia Impossível

Negação

Não creio em mim
Não existo
Não quero eu não quero ser

Quero destruí-me
- Atirar-me de pontes elevadas
e deixar-me despedaçar
sobre as pedras duras das calçadas

Pulverizar o meu ser
desaparecer
não deixar sequer traço de passagem
pelo mundo.

Quero matar-me
e deixar que o não-eu
se aposse de mim.

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Black History Month

ImagemCarter Godwin Woodson launched this celebration in 1926. It started out as the Negro History Week. This week should coincide with the birthdays of Abraam Lincoln and Frederick Douglass.

«(…)African American contributions “were overlooked, ignored, and even suppressed by the writers of history textbooks and the teachers who use them.” Race prejudice, (…) “is merely the logical result of tradition, the inevitable outcome of thorough instruction to the effect that the Negro has never contributed anything to the progress of mankind.» 

 

 

littlebit

“or could it be, I passed you by a thousand times before… Imagem

 …not knowing who you were”

“Do you want me to tell you something funny?”

“If you accept that the universe is infinite, then that means there’s an infinite amount of chances for things to happen, right? (…) Well, if there’s an infinite amount of chances for something to happen, then eventually it will happen – no matter how small the likelihood. (…) That means, somewhere in space there’s another planet that, by an incredible series of coincidences, developed exactly the same way as ours. Right down to the smallest detail. (…) And there is another which is exactly the same, except that palm tree over there is two feet to the right. And there’s another where the tree is two feet to the left. In fact, there’s planets with infinite amounts of variations and that tree alone, an infinite amount of times…”

(The Beach by Alex Garland)

LAMONT COLEMAN


http://leisureonly.com/news/a-tribute-to-big-l

real

I am nobody’s disciple. I don’t belong to any belief system. I love people from all over the world and I never compare them. They are all unique, a Zarathustra is a Zarathustra, a Mahavira is a Mahavira, a Buddha is a Buddha, a Jesus is a Jesus, a Moses is a Moses… they are so unique that you should not make one of them a criterion that everybody else has to fit with”
OSHO

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